Wednesday, October 24, 2007

Projecto de grupo - Weblogs

Na aula prática do dia 22-10-07, desenvolvemos ainda mais a nossa pesquisa para preencher uma ficha de análise e avaliação de tecnologias que a professora nos forneceu.
Através desta profunda pesquisa conseguimos preencher quase todos os tópicos propostos na ficha e, igualmente alargamos os nossos conhecimentos acerca dos weblogs, tema do nosso projactos.
Esta tecnologia, requer uma ambiente de aprendizagem aberto e dinâmico assim, os blogs podem ajudar a construir uma nova metodologia oferecendo o seu formato e o seu conteúdo para experimentos novos projectos educativos. Isto porque, no contexto educativo, os blogs têm um grande potencial enquanto ferramenta porque podem adaptar-se a qualquer disciplina, nível educativo e metodologia docente.
Ao longo da pesquisa encontrámos, também vários sistemas de Blog disponíveis na web, tais como:Weblogger o qual desenvolveremos no nosso trabalho, Pop Blog, Blog-se, Blogger.com.br, Pitas, Diaryland, LiveJournal, The Open Diary, Xanga.com, Blog-City, Blog Studio, WebCrimson, Blogsome, WordPress.
Toda esta informação, servirá como conteúdo para o relatório sobre a tecnologia, que será entregue no dia 5 de novembro.

Capítulo III - Aprendizagem


Neste capítulo, Seymour Papert utiliza um forte exemplo para demonstrar que "as vidas intelectuais das crianças e as políticas educativas (...) estão cada vez mais a ser determinadas por considerações puramente comerciais". Desta forma, o autor distingue duas lojas, nas quais procurou respostas para criar uma imagem nítida sobre a actual cultura popular ligada à aprendizagem e aos computadores.
A sua passagem na primeira loja, foi uma experiência modelar de aprendizagem, uma vez que, o autor sentiu-se estimulado pela profusão de coisas de qualidade e também surpreendido pela ausência de computadores. Seguidamente, na segunda loja que visitou por sinal a maior loja de brinquedos da região, Papert percebeu o contraste entre as duas lojas, já que nesta não se podia analisar os produtos, não se podia analisar o conteúdo dos inúmeros CD-ROM em exposição. É, então, que se destaca este acentuado contraste, que reflecte a impressão que muitas pessoas têm sobre a diferença entre "aprendizagem tradicional" e "aprendizagem por computador": por um lado, o contacto humano e afavél e por outro, a atmosfera desumanizada e mercantil.
Este episódio provocou no autor uma preocupação com o facto de as decisões fundamentais dos pais sobre o quê e como os filhos aprendem serem fortemente influenciadas pelos resultados de um processo de selecção, no qual a publicidade produzida pelos meios de comunicação social pode prevalecer sobre a filosofia educativa.
Assim sendo, os programas educativos são alvo de duas críticas por parte do autor, a crítica mais suave, é a conivência com preconceitos populares em relação ao que é "educativo", a críticia mais severa é a de que a maioria dos programas educativos reforçam os aspectos mais pobres da educação pré-computador e simultaneamente deixam escapar uma oportunidade de enriquecer e fortalecer os seus melhores aspectos.

Seguidamente, Seymour sugere a elaboração de um jogo didáctico para estimular a prendizagem natural das crianças, ora se as crianças gostam de brincar com jogos e os pais gostam que elas aprendem, há que elaborar um programa de computador que englobe estas duas vareantes, isto é, a abordagem construtivista e a abordagem do aprender sobre a aprendizagem. Destacam-se, deste modo, três abordagens sobre os que os pais podem fazer em relação a elas: Jogos instrutivos, com programas de ensino, elaboração de jogos com software apropriado e, aprender a aprender, em que os pais devem discutir com as crianças estratégias e actividades de aprendizagem em família.
Contudo, Seymour Papert analisa as características que considera mais criticáveis da cultura dos programas educativos:
1- a máquina é activa, ao contrário da criança;
2- É enganador e tem orgulho disso, isto é, existem frases publicitárias associadas aos programas que são apenas para chamar a atenção ao consumidor;
3- Favorece reacções rápidas, em detrimento do raciocínio continuado.
Há, assim principios a seguir na escolha dos programas: software que permitaa quem aprende encarregar-se das suas prórpias explorações, construções e criações, a imaginação está na própria essência da toda a actividade criativa, o software deve permitir á criança fazer algo que possa partilhar consigo ou com outras pessoas, programas que permitam raciocínios difíceis e a aprendizagem de factos que possam ser treinados e reforçados...

Resumindo, a minha opinião basea-se no conceito que o autor fornece da aprendizagem face aos computadores, isto porque a aprendizagem de forma natural e num contexto familiar tem consequências positivas para o desenvolvimentos intelectual da criança. Tal como referiu Bateson, sempre que aprendemos algo aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado, ou seja, tudo depende da forma e do contexto em que o processo de aprendizagem se insere.
"O elemento fundamental não consiste na vantagem em aprender por se estar a trabalhar num micromundo individual, mas sim a abertura de um vasto "hipermundo" de que os micromundos são meros átomos.

Tuesday, October 9, 2007

"A Família em Rede" Capítulo II - Tecnologias


Neste capítulo, Seymour Papert destaca as mudanças que podem occorrer na forma como as pessoas aprendem com a utilização do computador.
Desta forma, no mundo digital que o autor caracteriza, existem duas perspectivas de futuristas: a dos ciberutópicos, que louvam os milagres da era digital e que acreditam que essa revolução fornece oportunidades para uma vida melhor, e a dos cibercríticos que nos alertam para o perigo desta Era. No entanto, o autor afirma que ambas estão erradas.

Na sua opinião, com a qual eu concordo, Seymour demonstra que a utilização da tecnologia pode incluir alterações nas relações humanas, mais fortemente ligadas á aprendizagem, desenvolvendo assim uma visão sobre a importância da tecnologia na educação. Isto é, para o autor a apredizagem depende bastante da forma como a criança encara a aprendizagem, logo o entusiasmo e o interesses são positivos neste campo. A dinâmica do computador que contribui para esses tal interesse é uma das suas maiores contribuições para a aquisição voluntária de conhecimentos.

Seguidamente, e para demonstrar esta involvência das crianças no mundo das tecnologias, o autor faz referência a três episódios de aprendizagem: no primeiro, duas crianças de oito e nove anos de idade, utilizam a pesquisa no computador para comprovarem os seus conhecimentos, no segundo, com o objectivo de um projecto de grupo, alunos do 4º ano de escolaridade, desenvolveram um programa educativo para poderem estudar a anatomia dos animais, por fim, o terceiro em que um grupo de alunos do 7º ano que faziam um trabalho sobre "poesia no computador", utilizaram programas do computador, em que "ensinaram" o computador a utilizar as palavras apropriadas no respectivo contexto. Assim sendo, foi criada uma dinâmica de trabalho que despertou maior interesse em alunos com dificuldades, contribuindo para ultrapassar dificuldades e melhorar o desempenho escolar.
Todos estes exemplos destacam, um dos objectivos deste livro, a importância das tecnologias na educação.
Contudo, e depois destas provas da eficácia do computador na aprendizagem, ainda existem alguns pais preocupados com a aurora do mundo digital, designados por "avestruzes", uma vez que, apresentam contradições no seu discurso sobre as tecnologias. Embora por um lado se demonstrem entusiasmados com o avanço do uso dos computadores na aprendizagem dos filhos, tantam, por outro lado, passar despercebidos em relação à mudança que isso implica.
Na minha opinão, semelhante á de Papert, as crianças adquirem fluência na aprendizagem, ou seja fluência tecnológica, e é esta fluência que assusta os pais. Surge, assim, o sentimento de frustração por parte dos pais que o autor refere. Isto porque, a incapacidade deste de tentar por a funcionar um programa suscita um interesse na criança a capacidade de exploração, exemplo utilizado no livro.

No entanto, o autor vê este acontecimento como uma interacção entre pais e filhos porque podem ajudar-se mutuamente, em algo querem explorar.



Projecto de grupo - Weblogs


Na aula prática do dia 1/10/07, iniciámos a nossa pesquisa sobre as caracteríticas e os objectivos dos weblogs. Confesso que, primeiramente, nao estava muito confiante acerca da pesquisa, mas com o decorrer do tempo acabámos por encontrar vários sites com informações muito interessantes e curiosidades que irão enriquecer o nosso trabalho. ao longo da pesquisa, fomos adicionando posts na página do nosso grupo no site http://del.icio.us/.
Colocámos então, vários sites tanto em português como em inglês para criar uma interacção entre os temas do trabalho que cada grupo irá fazer, tudo isto irá permitir uma dinâmica de trabalho e, consequentemente trocas de informações.

Inquérito

Na última aula teórica do dia 02/10/07, preenchemos um inquérito acerca das discplinas do 1ºAno, enquanto alunos do curso de Ciências da Educação.
Este inquérito era referente às unidades curriculares do 2º semestre do 1º ano da licenciatura, no qual demos a nossa opinião sobre as condições da faculdade, das salas de aula, dos professores e claro, do meu desempenho escolar como aluna.
Assim sendo, este inquérito tem como objectivo analisar estatisticamente a opinião de alguns alunos sobre os docentes e o desempenho escolar.
A aula foi, então, ocupada pelo preenchimento do inquérito.