Tuesday, December 18, 2007

Capítulo VIII - O futuro


Ler, escrever e contar, são estas as competências que hoje são essenciais para viver em sociedade. Portanto motivar uma pessoa a ler, a escrever e até mesmo a contar é muito importante. É um facto, que os computadores com os seus softwares educativos, a Internet e o trabalho com muitas outras tecnologias podem em muito contribuir para ajudar as crianças na aquisição de tais competências básicas. No entanto, sem me querer contradizer e pensando um pouco ao contrário de Papert, penso que podem, sim, ajudar, mas não apoio a ideia de que tal ajuda se situe em anos anteriores àqueles que ela própria tem para adquirir e desenvolver tais competências. Noutras palavras, não acho correcto ensinar uma criança a ler, a escrever e a contar precocemente com a ajuda de um computador ou de qualquer outra tecnologia. Não ponho o problema no material que se utiliza, mas apenas no tempo em que se quer utilizar tal material. Isto porque, uma criança tem o seu próprio tempo, no seu desenvolvimento, para brincar e, portanto, desta forma estaríamos a retirar-lhe a coisa que ela mais preza - a "brincadeira" - introduzindo-a num mundo que, provavelmente ainda, não lhe será muito atractivo. Aliás, o que preferiam se tivessem 3 anos? Estar no recreio a brincar às escondidas ou numa sala com um computador a clicar, a clicar? Para não falar que se quebraria aquilo pelo qual se lutou no passado: a definição de criança como tal e não de criança como "adulto em miniatura", porque lhes estaríamos a roubar o tempo para as suas brincadeiras, próprias da idade, tal como acontecia antes onde as crianças não tinham espaço para crescer como tais.
Acredito que uma criança mexeria sem cessar no computador, mas talvez apenas seria motivada pela vontade de brincar, mas penso que se na sala ao lado ouvisse risadas de outras crianças provavelmente iria escolher estar ao pé delas e a participar nas suas brincadeiras. Logo, não seria difícil mantê-la sentada numa cadeira a clicar para aprender a ler, a escrever e a contar? Seriam úteis este tipo de aprendizagens para crianças com dificuldades em aprender a ler, a escrever e a contar. Também , talvez, para crianças que já tivessem essas competências de modo a desenvolver a sua própria leitura, escrita e as suas próprias "contas".

Wednesday, November 28, 2007

Capítulo VII - A Escola

A introdução das Novas Tecnologias favoreceu bastante o processo de ensino/aprendizagem.
A escola encontra-se inserida na sociedade, sendo influenciada por esta e influenciando a própria, muitas vezes interagindo com todas as vertentes que a comportam.
Quando se pensa em introduzir as Novas Tecnologias surgem sempre inúmeras questões: o computador naqueles cujas expectativas são grandes; a sua contribuição para melhorar a educação e o pesadelo que pode causar, ou seja, os efeitos negativos que o uso do computador pode ter nas escolas.

Talvez por isso é que muitas vezes pais e professores continuem retincentes quanto à aceitação de que a presença de um computador na escola pode favorecer em muito o desenvolvimento das práticas educativas e dos métodos de aprendizagem, tornando o ensino mais objectivo, dinâmico e motivante, e as aprendizagens mais significativas. Mas a grande questão que surge é: Houve ou não mudanças ao nível da escola com a introdução dos computadores?!

Quando Papert diz, em relação á introdução dos computadores na escola: "Trabalha depressa, evolui muito rapidamente e cedo originou algumas mudanças em muitos sectores da actividade humana. Mas na Escola não."
Na Escola o que pode acontecer muitas vezes é que certos professores, e alguns pais, não aceitam os computadores deliberadamente e vêem-no apenas como um material para distrair os alunos, para os prejudicar nos estudos e a causa das más notas. Se em alguns casos isso é verdade, em muitos outros o computador é sem dúvida uma grande ferramenta.

Mas Hoje em dia, onde é que não há um computador?! Não será a falta de formação de professores e pais que impede que muitas vezes o computador seja encarado de uma forma positiva? A meu ver, é verdade que qualquer computador tem os seus riscos, e os seus pontos negativos e pode muitas vezes prejudicar quem os usa, se todos conhecerem o que realmente é um computador todos estes risco podem ser, sem dúvida atenuados.

Seymour Papert, diz que se preocupa bastante com o facto de muitos pais usam o computador para desenvolver a cultura de aprendizagem em casa, e nao prestam qualquer cuidado ao modo como isso é feito nas escolas dos filhos ou desconhecem o que é feito neste campo nas escolas. E, é desta forma, que surge uma insatisfação com a cultura de aprendizagem adoptada pelas escolas, neste capítulo o autor também expõe cinco pontos que podem suscitar nos pais um interesse por influenciar a escola, e que pode ajudar na resolução deste dito problema.

"Todas as crianças que têm em casa um computador e uma forte cultura de aprendizagem são agentes de mudança na escola."

O modelo que Seymour Papert criou, em conjunto com Chuck Tetro, é para mim um bom exemplo, que permite às escolas uma oportunidade de adquirirem alguma experiência em fluência tecnológica sem compromisso prévio inteiramente vinculativo, permitindo a qualquer pessoa, incluindo jovens que atingiram a fluência tecnológica em casa, melhorarem o seu desempenho e prestarem um valioso serviço á comunidade, participando no crescimento de uma cultura de aprendizagem por computador num lugar público. Este modelo constitui, na minha opinião, um via alternativa para o meio de aprendizagem do futuro.

Negrito

"Com tantas opções disponíveis, o conceito de escolaridade doméstica fundir-se-á num outro mais amplo, de sociedade de aprendizagem."

CapítuloVI - Projectos


As actividades que o computador nos proporcionada é sem dúvida interminável, pois o que Seymour Papert fez naqueles três meses também nós, na nossa vida, já fizemos pelo menos uma vez. Obviamente, que as inúmeras actividades dependem da competência tecnológica de cada um.
Na minha opinião, o trabalho de Papert, é sem dúvida, enriquecido pelos projectos que propõe para crianças e para o seu desenvolvimento. As crianças surgem, muitas vezes, como uma fonte de inspiração e nelas que se reflectem o sucesso retiramos do nosso trabalho. Sem o conhecimento das ferramentas ou das possibilidades que certas ferramentas dispõem as crianças limitar-se-ão apenas a utilizar o computador para "jogar" ou para "navegar", como Papert refere no capitulo VI. Estas duas componentes são bastante importantes na realização de um projecto multimédia e o exemplo é o "Projecto Tartaruga", onde para fazer uma surpresa a avó que gosta de tartarugas, se utiliza, na Internet, motores de busca para pesquisar sobre isso (navegar) e onde se cria um ambiente de "apontar-e-clicar" (como se estivesse a jogar) para descobrir mais. Isto motivará mais, concerteza, as crianças e as aprendizagens serão muito mais significativas. É verdade que a fluência tecnológica não é igual em todos, mas ao construir-se projectos como este motiva-se não só quem está a descobrir, como também, se dá um passo extra na construção dessa fluência, sabemos que depende muito da competência tecnológica de cada um.
Este capítulo, tal como Papert afirma, foir estruturado com base em projectos susceptíveis de serem postos em prática em conformidade com a família. Pretende-se, então, criar um contexto no qual seja possível encontrar ideias, métodos e modelos criando, também, inspiração para as actividades que venham a ser desenvolvidas pela sua família, quer individual, quer colectivamente.
Em suma, Seymour Papert resume três príncipios orientadores na selecção de projectos: o primeiro refere-se à suscitação de uma atitude de ampliação, ou seja, as melhores coisas que podemos fazer são as que abrem portas para outras que se situam para além delas; o segundo poderia ser designado "o que é bom para uns, é bom para os outros"; o terceiro, e ultimo, principio é o de que um bom projecto familiar de utilização do computador deve ter as suas raízes na cultura das crianças.
Qualquer criança que cresça numa cultura familiar de aprendizagem que valorize a fluência computacional pode criar o seu próprio projecto, no entanto, se não tiverem um contacto gradual com tudo isto desde o início, a aprendizagem mostra-se mais lenta e só conseguirão aprender de uma forma menos natural.

Macro-Estrutura do projecto







Na aula prática desta semana, 26/11/07, a nossa tarefa foi terminar o preenchimento do guião de autor que a professora nos deu na aula anterior. Este Guião de autor tem como objectivo, a melhor organização da informação acerca do projecto, em termos de objectivos de grupo, e a selecção do tema que iremos apresentar como um exemplo de boas práticas na utilização de Weblogs no âmbito educativo.
Depois desta ficha, coube-nos organizar a informação numa ferramenta que já tinhamos utilizado no ano anterior, Cmaps Tools, que consiste na representação num mapa conceptual da estrutura do projecto em geral: conteúdos, ligações entre si, elementos multimédia, informações, etc. Permitiu, também, demonstar à professora os objectivos do nosso projecto, no que diz respeito à configuração visual, sistema/meios de navegação, interactividade, e elementos multimédia.

Tuesday, November 13, 2007

Capítulo V - Família






No conceito de Família existem duas peças essenciais, os membros e a cultura que esta possui, o tornando-a distinta e única. A cultura pode ser vista, então, de variadas formas. No entanto, penso que na família a cultura se refere " às formas de pensamento, às tradições, às crenças e aos valores que são partilhados "entre os seus membros tal como refere o autor.

A cultura familiar evolui e aumenta com a interacção entre pais e filhos de assuntos valorizados por ambas as partes, seja através de livros, filmes ou mesmo através do computador, que hoje me dia é um elemento importante de reflexão sobre a aprendizagem.



Papert alerta os pais para a necessidade de se estabelecerem novas formas de relacionamento entre eles e os seus filhos, considerando o computador como um meio que permite a coesão e não a desunião familiar. É este aspecto que deve ser comentado:"O computador traz muitas coisas novas e ele fomenta o desenvolvimento da cultura familiar de aprendizagem". Já que os pais devem-se preocupar mais em encontrar interesses comuns com os seus filhos, e "esquecer" o que os filhos fazem ou não no computador, desenvolvendo-se, assim, a cultura familiar na aprendizagem.

O medo ou o pouco conhecimento de como trabalhar com tal tecnologia não deve ser um motivo para não utilizá-la, mas sim um motivo para os pais quererem aprender com os filhos de modo a que novas relações se estabeleçam e para que a diferença entre as gerações seja pequena, respeitando estes com gentileza o estilo próprio de aprendizagem dos pais. O que pode distinguir a cultura familiar de aprendizagem de uma dada família é o modo como lida com as diferenças de estilos de aprendizagem. Uma família pode admitir apenas uma forma de aprender, enquanto outra reconhece, as diferenças existentes. Numa cultura familiar saudável, existirá uma base de entendimento, juntamente com uma compreensão das diferenças.


As tecnologias são para todos e todos são capazes de aprender: desde o neto Sam até à avó de oitenta anos. O único requisito preciso, não se trata, então da idade, mas simplesmente da disposição constante para aprender coisas novas.



"(...) basear o desempenho intelectual em algo pessoalmente significativo é sempre vantajoso, mesmo para os adultos, e que uma das grandes vantagens de se trabalhar com computadores reside nas possibilidades existentes de se fazer exactamente isso."

Monday, November 12, 2007

Weblogs em educação

Após uma pesquisa sobre o conteúdo do projecto de grupo, encontrámos este video, esclarecedor da importância e do papel do blogs em educação.

Enquanto recurso pedagógico os blogs podem ser:
•um espaço de acesso a informação especializada;
•um espaço de disponibilização de informação por parte do professor;
•um portfólio digital;
•um espaço de intercâmbio e de colaboração;
•um espaço de debate – role playing; um espaço de integração.
Os weblogs, assim como a educação, são processos:
•de comunicação,
•de socialização
•de construção
•de conhecimento.
Uma de suas características mais importantes é a capacidade de interactividade, que permite que o blog passe de um monólogo a um diálogo.

Wednesday, November 7, 2007

Capítulo IV - Valores


Seymour Papert diz que a verdadeira importância da questão, trata-se do modo como os valores educativos são desenvolvidos. Na verdade, são os pais os grandes "condutores" dos valores nas crianças e que as conduzem para uma boa aprendizagem, e contribuem bastante para aquisição de conhecimentos, uma vez que, têm uma grande influência na acção, nas atitudes, e nas reacções das crianças que são o reflexo da sua educação. Embora, os professores surjam , também,como elementos importantes na transmissão de conhecimentos muitas vezes precisam de transmitir algo mais para despertarem interesse nas crianças, valores como a honestidade e precisamente a confiança, ou respeito que são também relevantes de desenvolver no seio familiar.


Concordo plenamente com o autor quando este identifica estas instâncias como responsáveis da educação da criança, no entanto, a criança também deve ser responsável pelo seu carácter, aprendendo com os seus erros e construindo uma identidade própria. Tomando como exemplo, "dizer às pessoas que é feio mentir, sabendo que lhes está a mentir, é não só moralmente indefensável, mas também um modo infalível de se obterem resultados opostos aos desejados", esta opinião do autor demosntra que, antes de os alunos seguirem os que os adultos lhes aconselham, eles "imitam" as acções destes, desta forma, "sempre que ensinamos algo estamos a privar a criança do prazer e do benefício da descoberta".


É, também, mencionado neste capítulo a solução construcionista, isto é, aprendizagem adaptada à capacidade da criança dependendo da sua realidade social. Deste modo, uma forma de o meio envolvente facilitar a aprendizagem é ter em conta que a aprendizagem pode ser feita "sem" os adultos. Na perspectiva do autor, à qual desginou por instrucionismo, este defende que a melhor maneira para facilitar a aprendizagem é termos mais ensino, ou seja, "passar mais tempo a a dizer aos miúdos o que pensamos que eles devem fazer", sendo o "estímulo" essencial para o desenvolvimento intelectual da criança. Posso utilizar, então, um provérbio popular para caracterizar esta situação, "o fruto proibido é o mais apetecido", já que, a proibição de aceder a certos sites por parte do pais, provoca nas crianças uma curiosidade imensa.


É preciso então mais esclarecimentos acerca dos espaço na internet que os pais consideram menos próprios para as crianças, esta abertura entre pais e filhos só iria provocar na criança mais auto-confiança e respeito em relação aos argumentos dos adultos.


Em suma, a meu ver, é importante dar às crianças a oportunidade de exprimirem as suas opiniões de modo a colaborar de uma forma mais activa no desenvolvimento pessoal e intelectual destas, criando uma cultura de honestidade absoluta para evitar que as crianças percebam "que em certos sectores da vida a fronteira entre a verdade e a falsidade está necessáriamente mal definida".





"Deve-se actuar de modo apropriado e fundamentado na compreensão."

Wednesday, October 24, 2007

Projecto de grupo - Weblogs

Na aula prática do dia 22-10-07, desenvolvemos ainda mais a nossa pesquisa para preencher uma ficha de análise e avaliação de tecnologias que a professora nos forneceu.
Através desta profunda pesquisa conseguimos preencher quase todos os tópicos propostos na ficha e, igualmente alargamos os nossos conhecimentos acerca dos weblogs, tema do nosso projactos.
Esta tecnologia, requer uma ambiente de aprendizagem aberto e dinâmico assim, os blogs podem ajudar a construir uma nova metodologia oferecendo o seu formato e o seu conteúdo para experimentos novos projectos educativos. Isto porque, no contexto educativo, os blogs têm um grande potencial enquanto ferramenta porque podem adaptar-se a qualquer disciplina, nível educativo e metodologia docente.
Ao longo da pesquisa encontrámos, também vários sistemas de Blog disponíveis na web, tais como:Weblogger o qual desenvolveremos no nosso trabalho, Pop Blog, Blog-se, Blogger.com.br, Pitas, Diaryland, LiveJournal, The Open Diary, Xanga.com, Blog-City, Blog Studio, WebCrimson, Blogsome, WordPress.
Toda esta informação, servirá como conteúdo para o relatório sobre a tecnologia, que será entregue no dia 5 de novembro.

Capítulo III - Aprendizagem


Neste capítulo, Seymour Papert utiliza um forte exemplo para demonstrar que "as vidas intelectuais das crianças e as políticas educativas (...) estão cada vez mais a ser determinadas por considerações puramente comerciais". Desta forma, o autor distingue duas lojas, nas quais procurou respostas para criar uma imagem nítida sobre a actual cultura popular ligada à aprendizagem e aos computadores.
A sua passagem na primeira loja, foi uma experiência modelar de aprendizagem, uma vez que, o autor sentiu-se estimulado pela profusão de coisas de qualidade e também surpreendido pela ausência de computadores. Seguidamente, na segunda loja que visitou por sinal a maior loja de brinquedos da região, Papert percebeu o contraste entre as duas lojas, já que nesta não se podia analisar os produtos, não se podia analisar o conteúdo dos inúmeros CD-ROM em exposição. É, então, que se destaca este acentuado contraste, que reflecte a impressão que muitas pessoas têm sobre a diferença entre "aprendizagem tradicional" e "aprendizagem por computador": por um lado, o contacto humano e afavél e por outro, a atmosfera desumanizada e mercantil.
Este episódio provocou no autor uma preocupação com o facto de as decisões fundamentais dos pais sobre o quê e como os filhos aprendem serem fortemente influenciadas pelos resultados de um processo de selecção, no qual a publicidade produzida pelos meios de comunicação social pode prevalecer sobre a filosofia educativa.
Assim sendo, os programas educativos são alvo de duas críticas por parte do autor, a crítica mais suave, é a conivência com preconceitos populares em relação ao que é "educativo", a críticia mais severa é a de que a maioria dos programas educativos reforçam os aspectos mais pobres da educação pré-computador e simultaneamente deixam escapar uma oportunidade de enriquecer e fortalecer os seus melhores aspectos.

Seguidamente, Seymour sugere a elaboração de um jogo didáctico para estimular a prendizagem natural das crianças, ora se as crianças gostam de brincar com jogos e os pais gostam que elas aprendem, há que elaborar um programa de computador que englobe estas duas vareantes, isto é, a abordagem construtivista e a abordagem do aprender sobre a aprendizagem. Destacam-se, deste modo, três abordagens sobre os que os pais podem fazer em relação a elas: Jogos instrutivos, com programas de ensino, elaboração de jogos com software apropriado e, aprender a aprender, em que os pais devem discutir com as crianças estratégias e actividades de aprendizagem em família.
Contudo, Seymour Papert analisa as características que considera mais criticáveis da cultura dos programas educativos:
1- a máquina é activa, ao contrário da criança;
2- É enganador e tem orgulho disso, isto é, existem frases publicitárias associadas aos programas que são apenas para chamar a atenção ao consumidor;
3- Favorece reacções rápidas, em detrimento do raciocínio continuado.
Há, assim principios a seguir na escolha dos programas: software que permitaa quem aprende encarregar-se das suas prórpias explorações, construções e criações, a imaginação está na própria essência da toda a actividade criativa, o software deve permitir á criança fazer algo que possa partilhar consigo ou com outras pessoas, programas que permitam raciocínios difíceis e a aprendizagem de factos que possam ser treinados e reforçados...

Resumindo, a minha opinião basea-se no conceito que o autor fornece da aprendizagem face aos computadores, isto porque a aprendizagem de forma natural e num contexto familiar tem consequências positivas para o desenvolvimentos intelectual da criança. Tal como referiu Bateson, sempre que aprendemos algo aprendemos duas coisas: uma é sobre o que se pensava estar a aprender e, a outra, é sobre o método de aprendizagem utilizado, ou seja, tudo depende da forma e do contexto em que o processo de aprendizagem se insere.
"O elemento fundamental não consiste na vantagem em aprender por se estar a trabalhar num micromundo individual, mas sim a abertura de um vasto "hipermundo" de que os micromundos são meros átomos.

Tuesday, October 9, 2007

"A Família em Rede" Capítulo II - Tecnologias


Neste capítulo, Seymour Papert destaca as mudanças que podem occorrer na forma como as pessoas aprendem com a utilização do computador.
Desta forma, no mundo digital que o autor caracteriza, existem duas perspectivas de futuristas: a dos ciberutópicos, que louvam os milagres da era digital e que acreditam que essa revolução fornece oportunidades para uma vida melhor, e a dos cibercríticos que nos alertam para o perigo desta Era. No entanto, o autor afirma que ambas estão erradas.

Na sua opinião, com a qual eu concordo, Seymour demonstra que a utilização da tecnologia pode incluir alterações nas relações humanas, mais fortemente ligadas á aprendizagem, desenvolvendo assim uma visão sobre a importância da tecnologia na educação. Isto é, para o autor a apredizagem depende bastante da forma como a criança encara a aprendizagem, logo o entusiasmo e o interesses são positivos neste campo. A dinâmica do computador que contribui para esses tal interesse é uma das suas maiores contribuições para a aquisição voluntária de conhecimentos.

Seguidamente, e para demonstrar esta involvência das crianças no mundo das tecnologias, o autor faz referência a três episódios de aprendizagem: no primeiro, duas crianças de oito e nove anos de idade, utilizam a pesquisa no computador para comprovarem os seus conhecimentos, no segundo, com o objectivo de um projecto de grupo, alunos do 4º ano de escolaridade, desenvolveram um programa educativo para poderem estudar a anatomia dos animais, por fim, o terceiro em que um grupo de alunos do 7º ano que faziam um trabalho sobre "poesia no computador", utilizaram programas do computador, em que "ensinaram" o computador a utilizar as palavras apropriadas no respectivo contexto. Assim sendo, foi criada uma dinâmica de trabalho que despertou maior interesse em alunos com dificuldades, contribuindo para ultrapassar dificuldades e melhorar o desempenho escolar.
Todos estes exemplos destacam, um dos objectivos deste livro, a importância das tecnologias na educação.
Contudo, e depois destas provas da eficácia do computador na aprendizagem, ainda existem alguns pais preocupados com a aurora do mundo digital, designados por "avestruzes", uma vez que, apresentam contradições no seu discurso sobre as tecnologias. Embora por um lado se demonstrem entusiasmados com o avanço do uso dos computadores na aprendizagem dos filhos, tantam, por outro lado, passar despercebidos em relação à mudança que isso implica.
Na minha opinão, semelhante á de Papert, as crianças adquirem fluência na aprendizagem, ou seja fluência tecnológica, e é esta fluência que assusta os pais. Surge, assim, o sentimento de frustração por parte dos pais que o autor refere. Isto porque, a incapacidade deste de tentar por a funcionar um programa suscita um interesse na criança a capacidade de exploração, exemplo utilizado no livro.

No entanto, o autor vê este acontecimento como uma interacção entre pais e filhos porque podem ajudar-se mutuamente, em algo querem explorar.



Projecto de grupo - Weblogs


Na aula prática do dia 1/10/07, iniciámos a nossa pesquisa sobre as caracteríticas e os objectivos dos weblogs. Confesso que, primeiramente, nao estava muito confiante acerca da pesquisa, mas com o decorrer do tempo acabámos por encontrar vários sites com informações muito interessantes e curiosidades que irão enriquecer o nosso trabalho. ao longo da pesquisa, fomos adicionando posts na página do nosso grupo no site http://del.icio.us/.
Colocámos então, vários sites tanto em português como em inglês para criar uma interacção entre os temas do trabalho que cada grupo irá fazer, tudo isto irá permitir uma dinâmica de trabalho e, consequentemente trocas de informações.

Inquérito

Na última aula teórica do dia 02/10/07, preenchemos um inquérito acerca das discplinas do 1ºAno, enquanto alunos do curso de Ciências da Educação.
Este inquérito era referente às unidades curriculares do 2º semestre do 1º ano da licenciatura, no qual demos a nossa opinião sobre as condições da faculdade, das salas de aula, dos professores e claro, do meu desempenho escolar como aluna.
Assim sendo, este inquérito tem como objectivo analisar estatisticamente a opinião de alguns alunos sobre os docentes e o desempenho escolar.
A aula foi, então, ocupada pelo preenchimento do inquérito.

Thursday, September 27, 2007

"A Família em Rede" Seymour Papert - Capítulo I


Papert demonstra neste capítulo, a sua involvência no mundo dos computadores na educação. É desta forma que o autor explicíta a sua opinião sobre a relação do homem com a tecnologia, isto é, a aprendizagem que esta pode proporcionar, tanto no contexto escolar como no contexto familiar, em relação ás crianças e aos adultos.
Hoje em dia, as crianças pertencem à geração dos computadores, que vão estabelecendo uma grande influência na evolução das crianças, no entanto, o autor é defensor de que os benefícios e os perigos dos computadores dependem do contexto em que são utilizados, defende também que alguns programas de uso educativo desenvolvem a criatividade enriquecendo os utilizadores. Obviamente que alguns pais ficam entusiasmados com a evolução dos filhos com o contacto com os computadores mas também têm em conta a possibilidade das crianças terem acessos a ideias corruptoras, forma-se uma insegurança sobre a influência da informática na cultura das crianças, uma vez que alguns pais vêm os computadores com um "rival humano". Concordo com o autor quando no exemplo que dá sobre o episódio do seu neto Ian, diz que as crianças estão cada vez mais independentes dos pais na exploração do mundo, isto porque, as tecnologias também têm um papel educativo na vida das crianças, e estas são então a base de outra forma de educação. Contudo, os computadores não são a causa do afastamento entre pais e filhos, Papert demonstra que a interacção pais/filhos com os computadores é a melhor maneira para formar uma visão positiva e educativa em relação à informática, ou seja, uma educação conjunta. Isto é, ao realizar algumas actividades com os filhos, pode haver uma aprendizagem mutua, que fortalece não só o contacto com o computador, como a relação entre pais e filhos.

"o que os pais precisam de saber sobre computadores não é na realidade sobre computadores, mas sim sobre a aprendizagem".

Em relação, á utilização de computadores nas escolas, o autor diz que esta utilização está dramaticamente atrasada em relação á utilização dos computadores em casa. Este facto pode ser visto, num sentido quantitativo, uma vez que, existindo mais computadores em casa, os alunos pssam mais tempo a realizar actividades pelos computadores em casa e, em sentido qualitativo, a utilização de computadores em casa é uma importante fonte de pressao para a reforma educativa.
Com a leitura desde primeiro capitulo, percebi que para Seymour Papert o mais importante na aprendizagem deve ser a criança a comandar o computador e nao o computador a comandar a criança, pois a criança deve aprender de um modo natural em contxtos adequados.

Tuesday, September 25, 2007

Agora no 2º ANO.

Bom, começou de novo mais um ano da faculdade, agora no 2º Ano há outras responsabilidades e novos projectos.
Desta forma, e no âmbito da cadeira de Tecnologias II temos como objectivos a entender, a dimensão pedagógica da utilização da internet e recursos de aprendizagem on-line.
Estes principais temas vao ser, então, a base para a nossa avaliação, que consiste num trabalho individual, ou seja, a continuação das reflexões criticas no blog já elaborado no ano lectivo passado, estas reflexões podem ser textos, videos, audios, como resumos dos que foi abordado nas aulas. No entanto, o blog deve também conter refexões acerca de cada capítulo do livro "Família em rede" de Seymour Papert.
Em relação ao trabalho de grupo, este incidirá na realização de um projecto que consiste na escolha de uma tecnologia para fazermos um relatório com o objectivo de caracteriza-la e mais tarde, demonstrar a sua utilidade num contexto educativo. No meu grupo escolhemos os Webblogs, vai ser entao uma caracterização para nós que utilizamos esta tecnologia para apresentar as nossas reflexões criticas da disciplina e, obviamente para os futuros utilizadores que devem conhecer as opções, as ferramentas e as formas de utilização desta tecnologia.
As proximas aulas serão para o desenvolvimento deste projecto...

Tuesday, June 12, 2007

As Tecnologias Educativas, reflexão.

Agora... fazendo um "apanhado" do ano lectivo, isto é, uma pequena reflexão crítica, além daquela que é pedida pelo professor,acho que me adaptei aos programas e aos trabalhos propostos. Considero, depois de muito trabalho, que esta é uma disciplina bastante interessante e até divertida, pois na prática tudo se torna mais dinâmico. Na verdade, é assim que gosto das aulas, trocas de opiniões e dúvidas torna tudo muito mais simples.

Só espero que esta disciplina se torne ainda mais interessantes nas suas próximas fases. Quanto à aplicação multimedia, foi um trabalho que sinceramente me deu muito gozo fazer, e depois de feito lógico que ainda me deu mais gozo.

Finalizo, assim o meu blog, o meu diário de tudo o que aprendi com as Tecnologias Educativas, elaborei também um Slide, como um photostory, para arranjar mais uns quatro pontinhos =) e para me apresentar... espero que gostem!
Até po ano *

Finalização do projecto multimedia

Bom, acho que nestes dias a pressão tem aumentado... o dia da entrega do trabalho aproxima-se e ainda há muitas coisas que nem acabamos... No entanto, com o esforço do grupo o trabalho já está encaminhado e já parece uma aplicação multimedia, digamos assim...
Agora sim, temos o trabalho quase pronto e ajustado ao que queriamos, na verdade, trabalhar com o quandary tornou-se mais difícil do que pensava e afirmo mesmo que os trabalhos em powerpoint ficam muito mais elaborados, mais em contrapartida, aprendemos a explorar um programa novo.
estou muito satisfeita com o projecto final, só espero que supere todas as expectativas...

Conferência na área das Tecnologias Educativas

No dia 31 de Maio, Quinta-feira, pelas 18 horas, realizou-se uma conferência no âmbito da disciplina de Tecnologias Educativas. A conferência baseou-se no tema:
Tecnologia e Aprendizagem, Comunidades virtuais de prática e de aprendizagem, na qual estava presente, José Rodríguez Illera da Universidade de Barcelona e como moderador estava o nosso professor de TE,Fernando Albuquerque Costa.

A meu ver, o objectivo principal da Conferência era demosntrar que, Existe uma forte ligação entre as ideias que temos sobre tecnologia e sobre aprendizagem,embora noa tenhamos consciência disso, e também, foram exploradas algumas das metáforas mais comuns inclusivé, os seus limites. Foram analisadas ou melhor "descobertas" as comunidades virtuais e o que supõe, na crítica às concepções vigentes sobre a aprendizagem e qual o seu lugar na Educação.

Eu...

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Friday, May 18, 2007

Análise e avaliação de software com fins educativos

A aula teórica, do doa 18/05/07, incidiu sobre a análise e avaliação de software com fins educativos. O objectivo era preencher grelhas de avaliação dadas pelas professora, compostas pelas Dimensões, categorias, indicadores e critérios de avaliação. Como exemplo, pesquisamos sites educativos para o preenchimento da ficha:

Estes sites foram, também, uma forma de percebemos a organização da informação multimedia, dando-nos ideias para a estética do nosso projecto.

Continuação do projecto multimedia


Na aula prática, do dia 16/05/2007, continuámos com a formação do nosso projecto. Sabendo, que o trabalho pode conter tanto o power point, o quandary e como o hotpotatoes, tentámos aplicar as nossas ideias e escolher o programa, organizando a informação num pequeno número de segmentos, criando sequências lineares de tarefas, fazer uma área de ajuda ao utilizador no software, e dando um feedback daquilo que acontece no momento da utilização, correspondendo aso limites da memória humana. Tentámos trabalhar, também, a estética na aplicação, colocando mais imagens que correspondem mais ás necessidades das crianças, uma vez que o projecto é destinado a crianças dos 6 aos 10 anos.

E, agora, que o tempo aperta temos que orientar todo o projecto para consitir as nossas ideias...

Software Educativo

Dia 11/05/07, aprendemos a importância na avaliação no software. Desta forma o projecto multimedia é composto por 3 fases: Concepção, realização liaga ao desenvolvimento/testagem, e por último a avaliação.
A avaliação de potencial pedagógico tem como objectos, os produtos e a sua utilização, e os resultados da aprendizagem.

As características intrínsecas ao produto são:

  • Conteúdo, cientifico ou pedagógico;
  • Estéctica (interface gráfica);
  • funcionalidades;
  • usabilidade;
  • requesitos técnicos.

Concluindo, a avaliação é uma competência muito importante no software educativo, multimedia.

Aplicação do Hotpotatoes ao projecto multimedia

Foi posto em prática, assim, na aula prática do dia 9/05/o7, o programa Hotpotatoes.
Fizemos algumas actividades de diferentes tipos de exercícios com o Hotpotatoes, como jogos de lingua portuguesa, desafios de net escrita, etc.
Então, aplicamos ao nosso projecto, cujo tema é a reciclagem, algumas destas funcionalidades que nos ajudaram a defenir os jogos e as actividades pedagógicas que pretendiamos fazer. Agora, então posto em prática, foi muito mais fácil escolher as que se aplicavam melhor e as que explicitavam melhor ás crianças o benefício deste tema.

Novo programa



Resumindo a aula teórica do dia 04/05/07, em que tivemos aula com uma antiga aluna da faculdade, Joana Viana, foi-nos apresentado um novo programa para o desenvolvimento dos nossos projectos multimedia, o programa Hotpotatoes.


Com efeito, aprendemos como avaliar em produtos multimédia e, como ja referi anteriormente, a introdução a uma ferramenta de autoria de exercícios e actividades de auto-avaliação.

O Hotpotatoes, permite, utilizando várias ferramentas, criar actividades de avaliação, tendo em conta a sua organização, a sua apresentação e a sua configuração. Vontém, também, funcionalidades, que permite fixar o tempo para responder as actividades, fixar/defenir a correcção das questões e a sua cotação e, consequentemente atribuir ao ultilizador a sua classificação final face ás actividades propostas. Como por exemplo, palavras cruzadas (Jcross), associação de pares (Jmatch), preenchimento de espaços (Jclose), frases desordenadas e outros exercícios didácticos(Jmix). Através destas funcionalidades do Hotpotatoes, podemos completar e concretizar a nossa aplicação multimedia.

Tecnologias de Formação Multimédia



O tema da aula teórica seguinte, do dia 27/04/07, foram, basicamente, as tecnologias de formação multimédia. Foram desenvolvidos, então, os conceitos de multimedia, hipertexto e hipermedia, os problemas e desafios que podemos encontrar na aplicação, a possibilidade para a formação e as novas competências do formador.

Dentro da Hipermedia, podemos identificar alguns tipos de organização de informação, tais como: imagem fixa, audio/som, animação, texto, video,em sequência linear, semântica ou multimedia, que se define como forma dinâmica e interactiva de accesso á informação.

Formaram-se mais 2 conceitos, Hipertexto, rede que resulta das ligações entre diferentes blocos de texto resultando a organização da informação com base em critérios semânticos e, Multimedia, capacidade de representação multidimensional da informação.

No entanto, na aplicação multimedia, podemos encontar alguns problemas ou desafios, isto é, desorientação no hiperespaço, sobrecarga cognitiva, angústia da não-directividade, reduzida atenção aos conteúdos e desaproveitamento da informação disponível.

Deste modo, aprendemos a organizar a página de apresentação da aplicaçáo, Interface.

Do la~do esquerdo superior, coloca-se a identificação ou título, no lado superior direito, a localização/ orientação da página, no centro, a informação, como conteúdos multimedia, janelas de informação, ligações semânticas, etc., no lado esquerdo inferior coloca-se a navegação no módulo e no lado oposto a navegação no capítulo.

Terminámos assim esta aula, com a referência dos limites da memória humana, que desempenham um importante papel para a organização da informação na aplicação multimedia.

Monday, April 23, 2007

Comunicação em Educação

Clica na Imagem

No dia 20-04-07, um dos temas da aula foi a transmissão de informação que, pelo o que entendi, vai do emissor, estímulos, para o receptor, neste caso aluno, através do canal. Assim, a mensagem é transmitida mas se a mensagem não chega clara ao destinatário falamos em Ruído, ou seja tudo o que afecta a mensagem. Este é o modelo matemático da comunicação que assenta em trabalhos mais técnicos. A informação, os dados e os conceitos passam por uma "digestão" para chegar ao conhecimento, ou seja, ganha sentido e significado.

No entanto, nos anos 60, há uma critica ao modelo matemático, pois consideravam a sociedade, que se dizia do conhecimento, uma sociedade da informação.

Mayer, distinguiu o visual do auditivo com uma memótia de trabalho,através de 7 príncipios, são eles: Multimedia, Contiguidade espacial, Contiguidade temporal, Coerência, Modalidade, Redundância e Diferenças Individuais. Estes principios demonstram tudo o que deve incluir uma aplicação multimedia para que o utilizador aprenda e para que este assimile a mensagem da aplicação.

Quandary


Numa das aulas da cadeira de TE, foi apresentado pelo professor o programa Quandary como um dos indicados para a realização das nossa aplicação multimédia. Desta forma, o Quandary sugere ao ultilizador uma sucessão de desafios, que se completam com as formas de organização de informação, uma vez que cada resposta fará o utilizador percorrer um caminho. Mais concretamente, o utilizador passa de pergunta para pergunta, dependendo da sua respotsa correcta ou errada. O resultado do demonstrará o conhecimento e a capacidade do utilizador em relação ao tema do "Quiz".
Com efeito, o meu grupo tentou aplicar este programa ao nosso tema do trabalho, o Meio Ambiente, iremos fazer um "quiz quanto aos conhecimentos das crianças acerca da reciclagem.
Para aprofundar os meus conhecimentos acerca do Quandary, pesquisei o site http://www.tasi.ac.uk/advice/using/vle_quandary.html que explica o que é o programa e em que aplicações multimédia pode-se inserir.

Sunday, March 18, 2007

Antecedentes das tecnologias, de 1959 a 2000

Na aula teórica do dia 09.03.07, verificámos, novamente, a linha cronológica que envolve o desenvolvimento das tecnologias. Assim sendo, no início dos anos 60, houve a influência da teoria da comunicação e da Teoria dos sistemas, passando o campo a designar-se de Comunicação Audiovisual. Desta forma, o audiovisual passou a parte integrante do sitema educativo.
Nos anos 70, estimularam-se novas formas de concretização dos audiovisuais, como a televisão, a rádio, o vídeo, etc. , bem como a chegada dos computadores ás empresas (desktops), isto é, a expansão da informática, continuando estas aplicações na escola.
Já de 1983 a 1999, aconteceu, ao que se chamou de emergência digital: computadores mais baratos e com mais capacidade de armanezamento, expansão do uso de computadores na escola e, ínicio do uso de sistemas de comunicação electrónica baseados na internet.
O ínicio do 2º Milénio, ficou conhecido com a importância da internet e das suas pontecialidades, que contribuiu para a expansão dos computadores.
Concluo, então que os anos 60 ficaram conhecidos como época do Audiovisual, os 80 como época da informática, os 90 como época da Multimédia e, finalmente, o 2º milénio como época do desenvolvimento da Internet.

Concurso de ideias

Na aula prática do dia 07.03.o7, foi proposto a todos os alunos que elaborassem um tema para a concretização de um trabalho interactivo, que tem como objectivo ser vendido ao público que pode englobar várias idades. Desta forma, na aula prática desta semana foram revelados os projectos de cada grupo para este trabalho, de forma a organizar um concurso de ideias no qual as mais votadas pelos alunos serão apresentadas nos trabalhos.
Neste âmbito, assimilei inúmeras instruções dadas pelo professor para este trabalho, instruções estas que se incluem na parte estética do trabalho de modo a chamar a atenção do comprador e do próprio "jogador". O tema de trabalho do meu grupo é o ambiente, destinado a crianças dos 6 aos 9 anos de idade e tem como objectivo principal dar a conhecer ás crianças a forma mais fácil de contribuirem para acabar com a poluição.
Com efeito, iremos realizar jogos que possam desenvolver o interesse do público-alvo, na medida em que, a reciclagem será o ponto chave. A votação foi positiva em relação ao nosso trabalho, deste modo iremos continuar com entusiasmo no nosso projecto.

Thursday, March 8, 2007

Formas de organização da informação

Com a apresentação de trabaçhos realizados por outroscolegas, aprendi várias formas da lógica interna dos conteúdos, de forma a organizar as ideias para os projectos dos trabalhos de grupo.
Os vários exemplos de trabalhos interactivos permitiram-me formar uma visão sobre as estruturas da informação, para que pudesse elaborar um plano para o meu trabalho.
Dentro da lógica interna dos conteúdos: a rede semântica, a rede hierárquica, a sequência linear e a rede de tabela, sendo a sequência linear a mais simples de pesquisar.
Com efeito, esta aula ajudou-me a idealizar um tema para o meu trabalho de grupo, que espero que seja aceite no concurso de ideias proposto pelo professor.
Com base na estrutura da informação, realizámos um trabalho com vista a organizar o texto "Cícero" consoante a lógica interna aos conteúdos que achássemos mais correcta.

O conceito das Tecnologias

Nesta aula, aprendi que a palavra tecnologias não engloba apenas os computadores, mas sim todos os avanços inovadores de várias épocas. Assim se percebe o conceito polissémico das TE e a função das tecnologias, de uma forma cronológica. De 1923 a 1957, as fases das tecnologias basearam-se em várias teorias, tas como as de *Skinner, Pressey, Tyler, e em cada período foi feita uma investigação. As tescnologias eram encaradas, conforme os resultados das investigações da época em questão.
No entanto, as tecnologias sempre foram vistas como ferramentas de ensino, e foi neste âmbito que as investigações forma desenvolvidas.

Sendo a intenção deste blog a troca de informações, eu encontrei num site um documento de uma aluna do curso de pedagogia, que contém, mais pormenorizadamente, a mais conhecida aplicação educacional do trabalho de Skinner, que foi referida na aula teórica, a Instrução Programada e as máquinas de ensinar :
http://www.pedagogiaemfoco.pro.br
Basta pesquisarem Skinner que aparece todas as suas investigações.
Espero que seja útil =)

Wednesday, March 7, 2007

O primeiro contacto com as Tecnologias Educativas

Bom, na primeira aula de Tecnologias Educativas, e como o nome indica percebi o objectivo da disciplina: a criação de um blog e o contacto com as "novas" tecnologias. Apesar de estar á vontade com o computador, há sempre dificuldades com que muitas vezes me deparo, na realização de trabalhos ou mesmo na pesquisa de dados, espero que esta cadeira me ajude a ultrapassar essas poucas dificuldades.
Aprendi a criar um blog, mesmo ja tendo um, no site
www.blogger.com
Este é com um objectivo completamente distinto. A intenção deste blog é a nossa apresentação aos colegas de curso, e também podemos postar assuntos e matéria para que possamos circular entre nós, informações e novas aprendizagens acerca das tecnologias educativas.
A exploração do site
http://te.fpce.ul.pt, também foi uma aprendizagem que adquiri de modo a rever os textos vistos nas aulas, e tudo o que contenha informações sobre a cadeira.
Com efeito, o professor propôs a realização de um questionário, para que verificássemos a nossas capacidades em relação ao mundo dos computadores, no qual obtive 35 valores. Estes valores inserem-se no "ultilizador experiente", tal como o resultado do teste me caracterizou, no site:
www.fpce.ul.pt/pessoal/ulfpost.